sábado, 31 de março de 2012

A Páscoa, Origem e Importância

A páscoa do Senhor foi constituída pelo próprio Deus. Seu povo, o povo israelita estava escravo já fazia aproximadamente 430 anos e o Senhor designou Moisés para salvá-lo da escravidão do Egito. Para que o os egípcios deixassem o povo sair, Deus enviou 10 pragas, sendo  a 1ª a transformação das águas em sangue, 2ª das rãs, 3ª dos piolhos, 4ª das moscas, 5ª peste nos animais, 6ª sarna que virava úlcera, 7ª da saraiva, 8ª dos gafanhotos, 9ª das trevas e a última  foi a dos primogênitos. Para que os israelitas não sofressem esta última praga era necessário que cada casa fosse marcada, não de qualquer forma, mas Deus orientou em detalhes a Moises.
Ele disse a Moises como deveria proceder, primeiramente era necessário que o povo realizasse o sacrifício de um cordeiro, sem desperdícios então orientou que fosse um para cada família e se a família fosse muito pequena e fosse sobrar muito do cordeiro, esta deveria comer na casa de outra família (Êxodo 12:1-4). Isto tudo não era para ser feito em qualquer dia ou mês, mas sim no mês de Abide, (que se tornou o 1º mês do calendário hebraico) que para nós corresponde ao mês de março. Este cordeiro não poderia ser qualquer um, (Êxodo 12:5) nem o mais gordo ou o mais velho, mas o melhor, sem defeito, doença ou mancha e este deveria ser separado dos demais por três dias (Êxodo 12:6), ou seja, escolheriam no dia 10 e o deixaria separado até o dia 14 onde seria sacrificado.  
Como era de costume dos israelitas, eles deixavam escorrer o sangue, pois o Senhor havia dito para não comer nada com sangue (até comiam cru, mas escorriam o sangue do animal) e assim era para ser feito com o cordeiro, mas seu sangue seria precioso, pois ele seria o sinal de redenção da casa onde houvesse sangue na porta (Êxodo 12:7, 12 e 13). Para pintar o alto da porta e as laterais não poderia ser com um pincel, com as mãos ou com qualquer coisa, mas com o hissopo (arvore parecida com a manjerona, possuía um odor agradável e um gosto diferenciado), isto para não contaminar o sangue. Era com hissopo que purificavam as casas e pessoas ver êxodo 12:22, leviticos 14:4, 14:49, salmo 51:7 e hebreus 9:19.
O sacrifício não poderia ser feito de qualquer forma, seria utilizado todas as partes do animal, (Êxodo 12:8-10) deveria ser assado no fogo, não poderia sem cru nem cozido, e a sobra deveria ser queimada pela manhã.
As pessoas não poderiam estar de qualquer jeito, mas trajadas e apressadas como quem vai fugir para uma longa e nova viagem (Êxodo 12:11). Esta será a páscoa do Senhor. A palavra páscoa teve seu significado alterado a partir deste episódio. Quando o Senhor a mencionou, seu significado era “o Senhor passou por alto” e isto era porque o Senhor não condenaria as casas com sangue na porta, mas condenaria o povo do Egito.
 Após comerem o sacrifício deveriam aguardar a ação de Deus durante a noite, e ninguém sairia da casa onde comeu o sacrifício e pintou a porta. Pois o sangue era sua proteção (Êxodo 12:22). E por ser um grande livramento, da morte e da escravidão, deveria ser um dia de festa solene ao Senhor (Êxodo 12:14).
Portanto, esquece os coelhinhos, ovinhos e o chocolate que nada tem haver com a verdadeira páscoa.
Claro que não precisa matar nenhum animal e passar seu sangue na porta de sua casa, mas com certeza é bom conhecer a origem e saber que o homem transforma tudo que é santo e que deveria nos fazer lembrar das grandes proezas de Deus, em oportunidade comercial.

Boa páscoa!

sábado, 17 de março de 2012

Amigos e Irmãos

Encontramos amigos em diversos momentos de nossa vida e em inúmeros locais, seja em nosso trabalho, escola, clube, igreja, vizinhos e parentes. Somos cercados de amigos, mesmo os mais tímidos e seletos possuem amigos.

Mas, o que é um amigo? É uma pessoa que tem o mesmo gosto que nós? Que na escola senta ao nosso lado ou no trabalho faz questão de almoçar conosco? Será que amigo é aquele que nos apoia em tudo e sempre diz que estamos certos, mesmo quando não estamos? Ou será que é aquele que nos faz rir quando choramos?

É na hora da dificuldade que descobrimos os verdadeiros amigos, e ....SURPRESA!! Nem sempre a pessoa de quem você é mais amiga é sua amiga de verdade.  A bíblia diz em Provérbios 14:20: “O pobre é odiado até pelo seu vizinho; mas os amigos dos ricos são muitos.”.

Portanto, quando estamos em meio a uma dificuldade, principalmente financeira, é que podemos ver quem são nossos amigos de verdade, quem são os falsos amigos (os que nos traem) e quem é apenas “colega”.

O amigo verdadeiro nos ama seja quando estamos bem financeiramente e de saúde ou não. O amigo nos ama até quando nos afastamos dele. Ele não desiste de nós e cria maneiras de manter o contato, quer saber se estamos bem e nos ver sempre que possível.

“O amigo ama em todo o tempo; e para a angústia nasce o irmão.” Prov. 17.17

Na bíblia encontramos diversos exemplos de amizades verdadeiras. Uma das mais comentadas é a amizade entre Davi e Jônatas que foram fiéis um ao outro mesmo em situações extremas, quando Saul, pai de Jônatas queria a todo custo matar Davi. Porém esta amizade era verdadeira, eles se amavam como irmãos.

“...a alma de Jônatas ligou-se com a alma de Davi; e Jônatas o amou como à sua própria alma.” I Samuel 18.1

Mas, mesmo sendo um homem tão admirado como era Davi, também teve falsos amigos, e neste caso não podemos nem se quer dizer que eram colegas, pois ele não apenas foi esquecido mais foi traído. A traição é algo terrível, doe no mais profundo de nossa alma. Seja uma traição conjugal ou de amizade a traição nos fere. Jesus foi morto por ter um amigo traidor. Davi também poderia ter sido morto, mas ele clamou a Deus que o livrou. Veja salmo 55. 12-15

No salmo Davi relata que o pior não era ser perseguido ou ameaçado, mas ser traído por um amigo íntimo. 

Enquanto o falso amigo lhe deseja até a morte, o amigo verdadeiro luta por sua vida. Em Marcos 2.2-5 lemos a historia de um homem que tinha amigos verdadeiros. Ele era paraplégico e vivia em uma cama, mas seus bons amigos não mediram esforços na tentativa de ajudá-lo. Estes, o levou até uma casa onde Jesus se encontrava, porém a casa estava lotada e não havia uma forma de se aproximar do Mestre. O amor deles por este amigo era ligação de alma e então subiram no telhado da casa, retiraram algumas telhas provocando um buraco e desceram este homem em sua cama para que Jesus o pudesse curar. Um detalhe importante é que era proibido subir no telhado quando um rabino falava, quem dirá fazer um buraco. Além do esforço nisso tudo estes amigos poderiam se prejudicar perante a lei e os donos da casa, mas não se importaram com os riscos e foram bem sucedidos, pois o amigo foi totalmente curado.

Você tem amigos assim? Será que não estão todos muito ocupados para lhe socorrer? Será que preferem ir atrás de suas próprias curas e bênçãos antes de te ajudar a receber a sua?

E você, qual tipo de amigo tem sido? Você trai a confiança de seus amigos contando a outros seus segredos? Você não diz nada que contraia seu amigo, mas quando ele lhe vira as costas você reclama dele para seu marido, irmão ou outro amigo?

Antes de buscarmos bons amigos, precisamos ser bons amigos. Fiéis, bons ouvintes, amáveis, dignos de confiança, pacientes e amar sabendo que em momentos difíceis precisamos estar ali, ao lado dando apoio e amor, ainda que tenhamos de abrir mão de algo nosso.

“O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.  Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.  Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamei-vos amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos dei a conhecer.” João 15.12-15


Amigos são irmãos por livre escolha.


 

sábado, 10 de março de 2012

O Poder da Oração


Falamos um pouco sobre o poder da palavra, hoje quero falar sobre o poder da oração. Sei que este assunto nos levaria a um estudo de muitos meses, porém quero apenas contar alguns fatos que comprovam que a oração tem um poder ainda maior do que o da palavra.

Imagine o poder do fogo, se for apenas um palito de fósforo o poder será um, se este palito for usado sobre uma pilha de madeira molhada no álcool, o poder será muito maior. Assim também é o poder da oração. Imaginemos que  a nossa palavra seja a pequena chama do fósforo, a pilha de madeira seja as inúmeras palavras que usamos na oração e o álcool é a nossa fé em Deus, pois sem fé é impossível agradar a Deus (Hebreus 11.6).

Para que nossa oração seja sempre atendida e muito poderosa é preciso ser  justo e crer. “Muito pode a oração de um justo em seus efeitos” Tiago 5.16 ; “Tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis” Mateus 21.22

Encontramos inúmeros versículos e até mesmo parábolas inteiras que reforçam a importância e o poder da oração. Eu mesma tive algumas experiências e quero compartilhar uma em especial. Logo que me separei meu ex-marido foi para uma viagem ao exterior com a mulher que havia sido sua amante e agora seria sua nova mulher. Eu fiquei muito chateada, afinal ele só havia me levado pro litoral e olhe lá. Então os dois primeiros dias desta viagem eu o odiei, fiquei com muita raiva, mas no terceiro dia resolvi orar para que Deus interviesse naquela situação. Quando ele voltou de viagem veio me procurar para tentar se reconciliar; e eu disse: “Mas que cara de pau, você acaba de ter uma lua de mel na Europa com sua nova esposa e vem me pedir pra reconciliar?” Então ele respondeu: “Olha você pode até não acreditar, mas os dois primeiros dias foram realmente excelentes, mas a partir do terceiro dia em diante foi horrível, parecia um pesadelo, nós só brigávamos, eu só pensava em você e não conseguimos aproveitar nada, lá mesmo resolvemos nos separar.” Como perceberam os dois dias em que eu o odiei eles ficaram bem, e quando comecei a orar para que Deus fizesse algo, a história mudou.  

Talvez essa história não seja o suficiente para entender o poder da oração, então vou lhe contar outra experiência, de forma bem resumida. Minha mãe me emprestou um livro que ensina sobre o poder da oração intercessória e este é seu nome “Oração Intercessória”. Então eu o usei para estudar junto a um pequeno grupo na igreja em que congregava. Este estudo levou alguns meses e aprendi muito sobre o tema. Enquanto estudava senti que deveria aplicar estes conhecimentos em oração para meu filho. Eu sempre sonhava que ele desaparecia, era raptado e coisas do gênero. Sei que aqueles sonhos não eram apenas imagens produzidas por minha mente inconsciente, mas eram avisos de Deus que meu filho corria perigo.

Neste período de oração eu sempre repreendia espírito de morte, porém eu o fazia de forma quase inconsciente, pois não achava que aquilo era necessário, mas sempre falava aquilo. Passaram-se nove meses e de repente meu filho, na época com 15 anos, de um adolescente super ativo passou a ficar desanimado e abatido, mal se alimentava. Levei-o em diversos médicos, realizaram muitos exames e nada foi descoberto, até que um dia ele não conseguiu mais se levantar e andar. Suas pernas não conseguiam ficar firmes, eu, mais uma vez, corri com ele para o hospital, mas pedi a Deus que me desse uma palavra através da bíblia. Abri no livro de Salmos, capitulo 116, ali o salmista ora em agradecimento a Deus por ter ouvido sua oração e o livrado da morte. Entendi imediatamente que meu filho estava com alguma doença rara que era pra sua morte, mas Deus o curaria. Foi o que aconteceu, meu filho em poucas horas ficou totalmente paralisado e foi desenganado pelos médicos, era uma doença rara que quando chega naquele estágio é morte ou ficaria em estado vegetativo. Deus ouviu minhas orações, meu filho viveu um grande milagre. Não somente foi livre da morte como também não ficou com nenhuma seqüela e sua recuperação foi recorde. Deus é Fiel!

Às vezes basta uma pequena oração para conseguirmos a benção, mas outras vezes são necessárias inúmeras orações. Não  entendemos de tudo que é espiritual, mas imagino que neste caso muitas amarras precisavam ser quebradas para viver um milagre tão grande, por isso o período de oração foi praticamente de uma gestação, 9 meses, pois foi gerado um novo nascimento pro meu filho, que inclusive foi bem isso que ele viveu, pois teve de aprender tudo de novo, aprender a comer,a falar, a se sentar, andar, enfim, foi uma experiência de um novo nascimento mesmo. O mais importante é entendermos que se perseverar em oração, a benção é inevitável.  Em Lucas 18.1-8 Jesus nos conta a parábola da viúva que todas as noites pedia para o juiz julgar sua causa e por sua persistência o juiz (injusto) lhe atendeu, portanto muito mais Deus, o Justo Juiz ouvirá as orações de seus filhos e em seu tempo atenderá.

Vamos insistir, ore em todo o tempo e se a benção parece que demora e sua fé ficar abalada, ore pedindo mais fé, leia e ouça mais a palavra de Deus, pois a fé vem pelo ouvir, e ouvir a palavra de Deus. Romanos 10.17

Abraços a todos

sábado, 3 de março de 2012

O Poder de Nossas Palavras

Antes de conhecer a Cristo, eu me interessa muito por leituras sobre  “O Poder Cósmico  da Mente”, “O Poder do Subconsciente”,  Joseph Murphy era um dos meus escritores prediletos. Hoje conhecendo a VERDADE, percebo que o motivo deste tipo de leitura encantar muitas pessoas e, inclusive pessoas com certo nível de cultura, é porque diz algumas verdades.  Uma destas verdades é sobre o poder da palavra. Aquilo que falamos exerce um grande poder sobre nós e aqueles que nos ouvem.
Com nossa língua podemos matar ou salvar uma vida. Podemos encher de esperança um coração desconsolado, ou lhe incentivar a mergulhar de cabeça num poço de depressão profunda. Tudo com simples palavras.

Certo dia, ainda antes de conhecer a Cristo, eu estava em um ônibus muito cheio e havia um homem desorientado e muito aborrecido gritando e xingando. Eu era bem jovem e muito espontânea e quando percebi estava dizendo para aquele homem, que ele estava certo, que o transporte era muito ruim mesmo, pena que ali ninguém poderia mudar aquilo. Só quando estava falando foi que dirigi meu olhar para ele, então vi um homem com o rosto todo sujo e com aparência bem transtornada que mudou para serena ao perceber que alguém lhe ouviu, lhe dirigia a palavra e lhe dava razão. Foi algo incrível, pois ele passou de transtornado e nitidamente próximo a cometer uma violência, para calmo e sereno e seguimos o resto da viagem em total silêncio.

Também observei que uma pessoa alcoolizada nem sempre se lembra do que disse, mas muitas vezes se lembra da ofensa que o outro lhe fez. Imagine a situação, a pessoa bebe, lhe ofende profundamente, e quando você finalmente explode e lhe diz apenas duas palavras, será aquilo que ela lembrará. Então todos os minutos ou até horas que você “agüentou” aquelas ofensas de forma calada, todo aquele esforço se foi em menos de um minuto.

É muito gratificante termos boas palavras quando um amigo nos procura em sua aflição, pois assim conseguimos lhe tranqüilizar, lhe dar animo e ainda que não saibamos lhe orientar a tomar uma decisão, só o fato de conseguirmos lhe trazer paz e tranqüilidade já será de grande ajuda, pois com calma é que conseguimos refletir melhor sobre uma escolha ou decisão. Mas, quando estamos aflitos e vamos até um amigo para desabafar e este ao invés de nos acalmar reforça nossa indignação aumentando nosso desespero, isso é terrível, pois intensifica ainda mais o problema e pode nos levar a tomar atitudes passionais e nos arrependeremos mais tarde.

Isto me fez lembrar uma amiga que chamarei de Clara. Certo dia seu marido esqueceu o celular em casa e ela leu uma mensagem que dizia: “Você é demais! Muito bom mesmo! Mas, cuidado não deixe  a Clara perceber senão ela me mata.” Só deu tempo dela ver quem enviara a mensagem, era sua grande amiga Luiza (nome fictício), e logo o motoboy de seu marido estava pegando o aparelho para devolver ao dono. 

Clara perdeu o chão, como seu marido poderia lhe trair com sua grande amiga. No momento Ela queria ir atrás, discutir, brigar, mas resolveu ir até a casa de Madalena (outro nome fictício). Ali ela contou tudo. O problema era que Madalena era muito amargurada por ter sido inúmeras vezes traída, esta ao invés de acalmar a amiga desconfiada para que refletisse antes de tomar como certo algo duvidoso, logo lhe foi “transferindo” toda sua fúria, sua revolta, dizendo que todos os homens são assim mesmo, mas que ela não deveria ser bobinha e muito menos deixar que o marido e a amiga lhe fizesse de tola. Ela deveria se vingar. Fazer os dois sentir o mesmo que ela estava sentindo.

Clara era bem novinha, inexperiente e poucos anos casada, enquanto Madalena era mais velha e já havia sido casada por duas vezes, então Clara achou que deveria se vingar mesmo. Então Clara procurou o namorado de Luiza (porque estavam separados) e como era muito bonita, não teve muita dificuldade em seduzi-lo e Madalena tirou foto dos dois se beijando. Isso levou alguns dias e quando chegou sábado a tarde, Clara foi até Madalena para buscar as fotos reveladas e ao chegar a sua casa, logo ao abrir a porta seu marido estava de frente dela e ela disse: “Você pensa que sou bobinha, que sou otária, pois não sou, eu sei tudo sobre você e Luiza, e veja estas fotos, eu já me vinguei dos dois, beijei muito o Carlos, e agora? Como se sente?”.

Nesse momento alguém acende a luz, Luiza estava ali junto com alguns outros amigos. Então Clara percebeu uma decoração especial, o marido com passaportes nas mãos e todos com olhos estatelados foram saindo, um por um, sem dizer nada, apenas Luiza foi ver as fotos e o marido sentou e chorou. Clara então percebeu como foi tola e precipitada. Depois de saber que a amiga Luiza apenas ajudou o marido a se lembrar do 3º aniversário de casamento, lhe informou sobre o grande sonho de Clara de conhecer a Europa e ajudou a organizar um jantar surpresa, Clara tentou corrigir o erro, mas era tarde demais. Perdeu uma grande amiga, um excelente marido e sua amizade com os outros que estavam ali, nunca mais foi a mesma.
Temos de entender a responsabilidade que temos ao dizer algo para alguém, principalmente em momentos tão importantes, mas nem sempre nos sentimos preparados para isso, por isso é importante cuidar-se. Alimentar o coração com bons sentimentos e a alma com a Palavra de Deus, pois o que sai de nossa boca é o que tem em nosso coração.

 O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca.” Lucas 6:45